...chego esbanjando sensualidade na balada!
...tomo todas e começo a debochar dos(as) inimigos(as)!
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quarta-feira, 24 de setembro de 2014
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Como me sinto quanto... #31
...chego na festa atraindo olhares de todos!
...estou num lugar desconfortável e preciso ser simpático(a)!
sábado, 13 de setembro de 2014
Beyoncé grávida do segundo bebê!
Beyoncé, 33, estaria grávida do segundo bebê. Baseado em análises de fotos recentes, com exclusividade do Popmassivo, apostamos em um anúncio da cantora em breve. Essa notícia veio para espantar de vez os rumores de crise no casamento com o rapper Jay Z.
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| Será que tem um novo bebê a caminho? |
Voltando a dezembro de 2013, quando a cantora lançou um álbum surpresa, chocando a indústria da música, os fãs comentaram que a cantora estaria muito magra nos vídeos. Beyoncé, por sua vez, declarou a ABC que gostaria de ter mais filhos, para dar uma companhia a Blue Ivy, nascida em janeiro de 2012.
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| Beyoncé de férias na Itália, com sua filha Blue |
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| Beyoncé: escondendo a barriguinha da gestação ou apenas ganhou peso? |
Como a turnê com o marido continua, imagens e vídeos são publicados na rede com frequência, mostrando um possível corpo de gestante. A única coisa que impressiona é que a cantora continua dançando bastante nos palcos. De acordo com o médico Jorge Naufal, exercícios muito prolongados e acrobáticos devem ser evitados no primeiro trimestre da gestação. Acreditamos que a cantora deve estar esperando ultrapassar o primeiro trimestre, onde o risco de abortamento é considerável, para revelar sua gravidez ao mundo!
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Como me sinto quando... #30
tenho um argumento daqueles e bato de frente com meus coleguinhas!
me deparo com qualquer uma que se diga parecida com a Beyoncé.
domingo, 13 de abril de 2014
Devaneio do dia: Atração
Atração. Um sentimento que mexe com a vida dos homens. E das mulheres também; sejamos sinceros. Quem nunca caminhou pela rua e deu de cara com uma pessoa interessante? Um carinha estiloso que fitou os olhos em você no ônibus ou uma menina mulher interessante, que - à primeira vista - combina demais com o seu estilo de garota.
Olhares e entreolhares que comprovam sua excitação momentânea, não necessariamente sexual. Aquela pequena viagem mental que faz você pensar no quão prazeroso seria namorar, ter um encontro casual ou mesmo odiar aquela pessoa. Afinal, os julgamentos estão aí, sendo usados a todo momento. Exatamente agora, você pode estar julgando o singelo autor deste devaneio, o considerando um louco, mal amado, carente, tarado, poeta, apaixonado, desesperado por um post novo e/ou mais um zilhão de características... Acredito em julgamento à primeira vista. Triste, porém verídico. Ainda que tentemos esconder dentro de nós mesmos o julgamento (in)devido, já é tarde demais; julgamos alguém.
E quando a atração vai além de um brevíssimo encontro numa rua qualquer desse mundão de Deus? Quando você conhece uma pessoa e vai desconstruindo julgamentos, porque agora tem noção mínima da complexidade desse ser... Aí é que mora o perigo. Pode ser o início de um envolvimento ou uma decepção maiores. O que importa é que vai ser uma experiência.
Independente de ser uma pessoa muita parecida ou muito diferente de você, o importante é conhecer, se envolver. Provar o que for possível, dentro de seus desejos. Um aviso: sua vontade nem sempre será atendida. Ainda assim, pés no chão não vão lhe impedir de se admirar. Nesses casos mais profundos, a beleza não importa tanto, o apaixonante é o conteúdo.
Olhares e entreolhares que comprovam sua excitação momentânea, não necessariamente sexual. Aquela pequena viagem mental que faz você pensar no quão prazeroso seria namorar, ter um encontro casual ou mesmo odiar aquela pessoa. Afinal, os julgamentos estão aí, sendo usados a todo momento. Exatamente agora, você pode estar julgando o singelo autor deste devaneio, o considerando um louco, mal amado, carente, tarado, poeta, apaixonado, desesperado por um post novo e/ou mais um zilhão de características... Acredito em julgamento à primeira vista. Triste, porém verídico. Ainda que tentemos esconder dentro de nós mesmos o julgamento (in)devido, já é tarde demais; julgamos alguém.
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| Raven is judging you. |
| Conteúdo: você tem? |
terça-feira, 18 de março de 2014
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Como me sinto quando... #28
...penso no que pode acontecer na minha sexta-feira!
...me deparo com a realidade da minha sexta-feira.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Devaneio do dia: Beleza
Quem não quer se sentir bonito? As grandes instituições estão aí para lucrar com as nossas "necessidades". Não só as farmácias, mas as clínicas de estética, as academias, a moda, a grande mídia... A busca pela perfeição é como uma doença. Daquelas que não existe cura, tratamento. E como nós estamos acostumados e felizes com essas múltiplas formas de tratamento.
Mas nunca 100% satisfeitos, porque a tão sonhada perfeição não existe. Sempre podemos melhorar um pouquinho, usar um creminho milagroso, uma roupa mais bonita, emagrecer com esforço ou medicamentos, desenvolver os músculos, adotar um novo penteado, exibir o corpo, esconder uma cicatriz... E vamos vivendo, nos apaixonando e evoluindo, sem o objetivo de chegar a um estágio final de beleza, apenas aproveitando os artifícios que o mundo moderno nos dá para parecermos melhores. Corra para o espelho, aprecie-se e comece a planejar o que precisa ser melhorado. Ninguém pode te julgar, estamos todos na mesma procura.
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| #selfie |
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| Será? |
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Identidade Variante
Nascido
em um hospital público da Zona Sul, sempre morei na mesma casinha em Rio das
Pedras, Jacarepaguá. Estudei em escola particular como bolsista na Freguesia,
Jacarepaguá. Minha vida era típica de um morador de bairro de classe
média-baixa. Nunca passei fome, sempre tive uma vida de regalias, dentro do
possível. Mas a minha família nunca teve renda suficiente pra sair desse lugar.
Aliás, nunca cogitamos isso.
Acostumei-me
a morar em Rio das Pedras, a estabelecer vínculos com essas pessoas que conheço
desde sempre, a aceitar as constantes faltas de energia elétrica, etc. É tudo
questão de adaptação. Sou bastante feliz onde estou e não sei se sairei daqui
algum dia.
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| Rio das Pedras |
No
colégio, que eu achava boa até me deparar com as escolas dos meus colegas de
faculdade, sempre fui o modelo do aluno perfeito. Tanto que a comemoração foi
grande quando eu consegui passar para a Universidade Federal do Rio de Janeiro.
O único da turma a passar para uma universidade pública, méritos que
dificilmente uso para me gabar.
A
tal ponto, muita coisa mudou. Na faculdade, me relaciono com pessoas
peculiares, com uma vida bem diferente. Sempre que - entre meus amigos ou
familiares - falo que estou fazendo faculdade na UFRJ, vejo o espanto dos
outros ou o típico “você é um gênio!”. Enquanto isso, para muitos outros
colegas da Escola de Comunicação (onde curso Jornalismo), fazer faculdade é a
obrigação deles como filhos. Cursar Comunicação é até pouco para os pais deles,
que poderiam ter filhos médicos, advogados ou engenheiros.
Com
meus amigos de Jacarepaguá, sair para boates ou até mesmo bailes funk é normal, até porque a proximidade
ajuda. A forma como eles falam, como eu falo quando estou com eles, é bem
diferente de mim com meus amigos “ecoínos”. Acho que, ao pegar o 354 (rumo a
Botafogo), mudo de personalidade, um pouco. Nem sempre.
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| O famoso Castelo das Pedras |
Falar
sobre carteira de habilitação e dirigir, por exemplo, é um assunto da
faculdade. Reclamar do forró alto do vizinho nordestino é assunto para os
amigos da minha rua. Já fui taxado de “metido, depois que começou a faculdade”.
Na UFRJ, não faço (e nem quero fazer) parte do grupinho dos metidinhos
populares da Zona Sul ou Niterói. Até hoje sou confundido com calouros, porque
eu me encaixo melhor no grupo dos
aplicadinhos-que-não-frequentam-choppadas-e-vêem-a-ECO-como-local-de-estudos.
Penso
sobre o quão diferente é minha vida. Vivo em dois lugares completamente iguais,
uma cidade um tanto quanto dividida. Tão perto, mas tão longe, ao mesmo tempo. Sinto
que, conforme vou evoluindo profissionalmente, o Júlio da ECO vai ganhando mais
espaço do que o César de casa. Na realidade, acho que as duas personalidades
estão se fundindo em uma só. Agregando o essencial de cada uma.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Como me sinto quando... #27
...imagino o que pode acontecer quando vejo alguém de mais idade andando.
...quando meus amigos contrariam minhas vontades.
...quando meus amigos contrariam minhas vontades.
domingo, 8 de dezembro de 2013
A vida de vitórias de Lucia Bezerra!
Quem vê a bagunça na casa simples de Lucia Bezerra, cercada de crianças peraltas, não imagina que a moradora do Rio das Pedras, em Jacarepaguá, tem muito para se orgulhar. Nascida na cidade de Ararendá, no Ceará, em 1957, a ex-prostituta nunca imaginou que teria uma vida feliz e sem – tanto – sofrimento, como a que vive hoje.
Ansiosa, ela me lembra da entrevista que havíamos marcado. Devolve o filho da vizinha, que estava dormindo em seu colo, e se senta sobre a velha cadeira branca de plástico, que na verdade, é do bar do vizinho. Lucia reclama do forró alto que ecoa no local, faz uma careta, levanta e vai até a porta de outra vizinha, trazendo a cadeira arranhada consigo.
“Morava com a minha mãe e meus irmãos numa casinha de barro. Lembro que, quando chovia, o barro ia se desfazendo e a gente mesmo levantava na hora”, declara, ansiosa na expressão e calma na voz, enquanto gesticula, como se estivesse lá, nos anos 60, reconstruindo sua casa durante a chuva. Filha de Dona Maria José, uma senhora baixinha e bondosa que trabalhava na roça para sustentar dois filhos, Lucia – que nunca foi alfabetizada – começou a trabalhar aos oito anos de idade, junto com sua mãe. “Eu nunca conheci meu pai, então trabalhei desde novinha no roçado. E como a gente dependia da época pra ter os legumes, tinha estação que não dava nada, aí nós ficávamos sem dinheiro”, explica.
Para piorar a situação, a mãe de Lucia veio a falecer quando esta tinha apenas 10 anos. “Foi aí que tudo piorou”, fala, com a voz tímida. Lucia passou a morar com suas tias, mas não tinha a vida que queria. Com 13 anos, ela resolveu se encontrar com homem que a levou para trabalhar em um bordel. “Eu não aguentava mais passar fome, comer pouco. No bordel, o dinheiro era rápido, minha vida era farta”, justifica sua escolha pelo trabalho.
Ansiosa, ela me lembra da entrevista que havíamos marcado. Devolve o filho da vizinha, que estava dormindo em seu colo, e se senta sobre a velha cadeira branca de plástico, que na verdade, é do bar do vizinho. Lucia reclama do forró alto que ecoa no local, faz uma careta, levanta e vai até a porta de outra vizinha, trazendo a cadeira arranhada consigo.
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| Mulher de família e vencedora. |
Para piorar a situação, a mãe de Lucia veio a falecer quando esta tinha apenas 10 anos. “Foi aí que tudo piorou”, fala, com a voz tímida. Lucia passou a morar com suas tias, mas não tinha a vida que queria. Com 13 anos, ela resolveu se encontrar com homem que a levou para trabalhar em um bordel. “Eu não aguentava mais passar fome, comer pouco. No bordel, o dinheiro era rápido, minha vida era farta”, justifica sua escolha pelo trabalho.
Lucia avalia sua vida na prostituição como positiva. “Conheci muitas pessoas lá. Até já encontrei gente de lá aqui no Rio das Pedras!”, revela. A região de Rio das Pedras, assim como a Rocinha, é famosa por ser uma das localidades do Rio de Janeiro com mais nordestinos. Apesar de rápido, Lucia ressalta que seu trabalho foi muito sofrido. “Meu primeiro cliente foi um velho horrível. Consegui fazer tudinho e nem chorei depois, porque tava com dinheiro. Nos meus 12 anos de cabaré, tomei muito porre pra fazer os programas”, diz. Lucia também conta que era agredida por muitos clientes e não fazia nada, porque “era muito boba naquela época”.
Não havia muitas válvulas de escape para as garotas de programa do interior do Ceará. A senhora de 56 anos revela que as prostitutas não usavam drogas, porque ainda não era popular no Nordeste, ao menos naquela região. Ela se orgulha de dizer que nunca usou droga alguma, a não ser álcool e cigarro. E foi entre uma tragada e outra que ela encontrou o grande amor de sua vida. “Assim que tive a Rosa (sua filha), conheci o Zé Antônio. Eu tava de resguardo quando fui comprar um cigarro na budega e ele me pagou um maço inteiro.” Mas não foi dessa vez que eles tiveram a noite de amor: “Nós conversamos, e eu disse que não podia dormir com ele, porque tava de resguardo. Mas ele disse que queria só dormir. E depois ele dormiu de novo, mas não quis nada. Depois ele veio e me deixou muito dinheiro... Ele tinha vindo de férias do Rio de Janeiro!”, sorri.
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| 56 anos de muito esforço. |
Como Zé Antônio tinha apenas um mês de férias, ele fez uma oferta a Lucia, a convidando para vir ao Rio. “Eu disse que só aceitava se fosse pra levar o bebê junto. Então ele disse que viajaria e me mandaria as passagens depois”, completa. Dito e feito: muitos meses depois, Lucia veio, numa viagem de três dias sem comida, e deixou Rosinha com uma amiga no Ceará. Ao chegar à rodoviária, ela não se encontrou com Zé Antônio – ele não foi buscá-la. A jovem foi parar na Rocinha, na casa de uma conhecida que também havia vindo do Ceará. Depois de se encontrar com um amigo de Zé Antônio, Lucia combinou tudo para a chegada de sua filha, que veio trazida pela sua amiga cearense, cerca de 15 dias depois.
Sem dificuldades em se comunicar, Lucia logo arrumou um emprego como doméstica. Após um ano morando com Zé Antônio na Rocinha, o casal resolve se mudar para o Rio das Pedras, onde constrói uma casa e um bar. “Ele era muito trabalhador, e tinha a mente certa, por isso foi uma ótima fase”, define Lucia, que não vive mais com Zé Antônio hoje. Na época, ela tinha um bar, lembrado até hoje por seus vizinhos mais antigos.
“A Rosinha estudou, Zé Antônio era muito bom pra ela. Ele foi um ótimo pai pra ela, porque pai é quem cria, né... Ela que não soube aproveitar”, julga as atitudes da filha, com o rosto franzido. Apesar da rebeldia de Rosa, que engravidou e abortou aos 14 anos, Lucia diz que se sentiu culpada por seus erros, pois lembra que a deixara, por vezes, sem comer. “Eu trabalhava, e acabei deixando ela de lado. Também vivia bêbada, depois que o Zé me deixou. Mas depois ela foi morar com o Josias e tiveram a Isadora”, recorda de sua primeira neta, hoje com 14 anos, que passa pela rua correndo em direção a uma lanchonete.
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| A filha Rosa, o neto mais novo e a neta mais velha. |
Lucia diz que aproveitou bastante a sua vida de casada. Com a despensa sempre cheia, ela até pedia mais dinheiro do que precisava ao marido, que atendia a seus pedidos. Com o tempo, a relação se desgastou e ele se apaixonou por outra mulher, com quem vive hoje, em Caxias. “Mesmo depois de 18 anos separados, o Zé Antônio foi o homem da minha vida”, suspira.
Mais três netos – e três maridos – vieram na vida da filha. “Ih, mas a minha mãe tem história pra contar”, gargalha a extravagante Rosa. Lucia acaba cuidando bastante de Eduarda, 9, Miguel, 6, e Eduardo, 3. Miguel, o mais teimoso, bate em um menino, que vem se queixar com Lucia. Aos berros, ela manda o neto se aquietar, se não quiser apanhar. Os olhos de Miguel deixam transparecer o medo de uma possível surra. Ele, enfim, se acalma.
Apesar de ter muito trabalho com os netos, Lucia diz que está feliz. Após um período desempregada, hoje ela leva e busca crianças em algumas escolas do bairro, e comemora a vida no Rio de Janeiro. “Não voltaria pro Nordeste, não. Lá eu sofri muito, sabe... A melhor coisa que eu fiz foi vir pra cá. Aqui é só trabalhar para não passar fome”, sorri.
Nem mesmo as constantes brigas entre sua filha e seu genro André, lhe tiram a alegria. Recentemente, os vizinhos se depararam com um “show” dado pelos dois, que brigaram por dinheiro. Lucia se alterou, chamou a policia para o genro, que quebrou um relógio seu, no valor de 500 reais. “O policial me falou que não é mais pra eu me meter, porque depois eles se resolvem. É verdade mesmo, porque com os quatro maridos da Rosa foi assim, tudo brigando. Tenho que ficar boa pra cuidar dos meus netos.” Isadora, a mais velha, diz que ama mais a sua avó do que sua mãe. Nas discussões com sua mãe, as vezes por usar suas roupas, Isadora lembra uma irmã mais nova de Rosa, e Lucia atua como a mãe da família.
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| Momento em família. |
Há quatros anos trabalhando com as crianças, Lucia está pagando sua aposentadoria e quer chegar logo aos sessenta. “Quero me aposentar logo, poder descansar mais... A Rosa vai continuar me ajudando e, daqui a pouco, a Isadora, né.” A ajuda – não só financeira – da filha também tem o seu valor. “Meu aniversário foi muito feliz, com duas festas que a Rosa inventou! Tava até estranhando, não ter nenhuma briga com o André”, comenta, após a confusão entre o casal.
Enquanto a aposentadoria não chega, Lucia continua com sua vida imperfeita, mas feliz. A casa bagunçada pelos três netos menores, a cozinha farta, as noites de descanso em frente à televisão ou ouvindo Amado Batista, as manhãs e tardes de trabalho, comandando uma trupe de crianças até as escolas de Rio das Pedras, as festas de aniversário de seus vários netos... Essa é a sua vida. Tudo isso faz bem à negra batalhadora, que vence a cada dia e é uma verdadeira chefa de família. Lucia Bezerra da Silva é uma em meio às várias brasileiras que estão no batente, vencendo os obstáculos do cotidiano.
Com o calor escaldante de uma sexta-feira de dezembro no Rio de Janeiro, onde os termômetros estão na casa dos 30°C, mesmo sendo de manhã, Lucia surge com sua mini gangue. Cabelos recém-lavados e penteados, blusas passadas e sapatos limpos. Assim seguem as crianças, muito bem arrumadas, diferentes do resto do dia, quando estão correndo pela rua – em grande parte das vezes – descalças. E lá vai a vencedora, conduzindo seus pequenos retirantes ao mundo dos estudos, ajudando-os e se ajudando.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Uma garota de conteúdo da VM!
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| Nicole, antes do acidente. |
Sentada no batente de um dos bares da movimentada rua, a loira adianta que sua história é muito interessante e conta que começou a se prostituir aos 16 anos, porque sofria maus tratos por parte do pai e da madrasta. “Não aguentei a pressão em casa. Já trabalhava aqui, em um trailer, e via as meninas fazendo programas. Um dia eu me vesti, saí sozinha e hoje tô na vida”, explica. Rompido o contato com a família, Nicole viajou, conheceu outras travestis, se envolveu com drogas e continuou a fazer seu trabalho arriscado.
A experiência fez com que ela aprendesse a se virar melhor nas ruas: “Um dia, eu tava passando na Central e uma bicha se recalcou com a minha beleza rara e veio com um estilete me cortar. Só porque eu tava passando! Depois disso, passei a me defender”, fala, mostrando a cicatriz no braço esquerdo.
Mas a exposição chegou ao limite quando, ao fazer um programa com um tenente das forças armadas, Nick foi alvejada na perna, com um tiro de fuzil vindo dos policiais que faziam uma blitz no local. Inconformada, ela pensa que a situação poderia ter sido diferente: “Eles não precisavam ter atirado, eles deviam ter acionado uma patrulhinha lá na frente, pra perseguir e parar o carro, porque o carro em que eu tava avançou.” Seu cliente, que – de acordo com seu relato – avançou por vergonha de estar com um travesti ou por puro exibicionismo, alegou deficiência mental. “Nessa brincadeira, perdi minha perna”, queixa-se.
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| Nicole hoje. |
Após um relacionamento "intenso e maravilhoso" com um nordestino, Nick hoje está solteira. Ainda apaixonada, ela dá detalhes sobre a relação, que durou quatro anos: “No início, a gente ia passear de mãos dadas no shopping, na praia, se beijava em público... Ele sabia que eu gostava disso. Ele realmente gostou de mim, porque foram quatro anos, ele já tinha se reerguido, mas continuou lá em casa, comigo. Eu gozava dentro dele e ele gozava dentro de mim!”, adicionou, enfatizando a última frase com uma voz sussurrada.
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| Lembranças. |
Sem religião definida, ela revela que espera sair da Vila Mimosa um dia e tem fé em Deus de que alguém se sensibilizará com a matéria e a ajudará no caso da indenização por parte do Estado, o que ainda não ocorreu. Suas atividades religiosas incluem os programas de TV de igrejas e os grupos que frequentam a sua precária casa. Um dos sonhos de Nick é aceitar Deus em sua vida: “Deus tem que fazer eu sentir por mulher o que eu sinto por homem, mas sem ser nada forçado. É uma coisa que eu até queria, mas que fosse natural. Eu ainda não tô preparada”, pondera.
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| Seu cômodo sem banheiro. |
domingo, 10 de novembro de 2013
Como me sinto quando... #26
...saio com um bando de pessoas que eu não conheço direito e fico deslocado(a).
...vejo aquelas pessoas irritantes se dando super mal na vida.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Obstáculos de um passeio
Uma manhã acalorada no
final do inverno combinava com a paixão de uma menina por gatinhos. “É raro
achar gato que gosta de carinho na barriga”, conclui com doçura na voz,
enquanto a gata preta e branca se mistura as suas carícias e à parede branca
desbotada.
O campus da UFRJ na Praia
Vermelha, em Botafogo, zona sul do Rio, tem construções antigas, que recebem
constantes reformas, pois estão em meio à natureza. O verde não falta. As
raízes das plantas por vezes destroem as calçadas, os pés das paredes mofam, a
lama formada pela chuva suja o lado de fora dos prédios. Aliado aos gatos e
gambás que ali vivem, um ar bucólico domina o lugar.
Em pé e mais afastada,
sua colega concorda com tudo o que diz, sem demonstrar muito ânimo em relação
ao felino. Talvez estivesse com vergonha da amiga, que sussurrava palavras de
afeto ao gato, com a voz sutilmente infantilizada, e – ao mesmo tempo, mas com
outra mão – segurava um copo de mate e um croissant
espremido no guardanapo.
-Vamo! – sugeriu a
amiga, com uma voz um pouco mais rígida.
-Tá.
A menina-do-tênis-rosa seguiu
com seu rebolado e os cabelos castanhos esvoaçantes, que não paravam de dançar
com a brisa, mesmo quando ela parou para falar com o próximo gato. O bichano,
com um ar desconfiado, veio acompanhado de mais dois amigos, surgidos do mato
alto.
-Alice, eu chamei um,
vieram um monte! – exclamou a moça, com alegria em seus olhos também castanhos.
Mais uma vez agachada,
seu celular com capa rosa queria fugir do bolso traseiro esquerdo. Mas não o
fez. A tríade de gatinhos parecia ter sido metricamente planejada, com a garota
no centro, pegando o celular e levantando com pressa. Alice, de short e com o
rosto suado, já estava mais a frente. A menina precisava acompanhá-la, porque
certamente estavam atrasadas para algum compromisso.
Andando sem a graça de
outrora, devorando seu lanche, a garota tem o azar de encontrar com o quinto
gato do dia. Desta vez, um bem manhoso. As manchas de seus pelos ficavam ainda
mais bonitas quando os raios de luz banhavam seu corpo. O cinza avermelhado de
seus pelos ficava ainda mais vivo.
Hipnotizada, a
menina-de-blusa-rosa não pôde resistir. Não era o dia de Alice. Com uma alegria
contagiante, a menina, a qual até hoje não sei o nome, apertou, alisou e
venerou o gato por alguns instantes, até que foi embora com Alice.
Neste momento, o campus parou. Olhando de
longe, quase não se via movimento, apenas folhas caindo sobre a calçada. O gato
sentou no chão e ali ficou, de um modo mecânico, como se esperasse alguém. Os
segundos de tranqüilidade se foram rapidamente, e logo chegava outra pessoa
para apreciar o jeito gato de ser do gato.
domingo, 6 de outubro de 2013
Uma flor de quatro estações
Aquela que comanda. Esta é a definição do nome de Naiara. Talvez a de uma outra Naiara, porque a que vou apresentar não segue o padrão. Ela não é mandona, não tem espírito de liderança, nem a força daquela que comanda. Naiara Azevedo é doce, gentil e fresca como uma brisa de primavera. Indecisa, diz que sua estação preferida é o inverno, mas que adora a diversão do verão, as flores da primavera e o ventinho gelado do outono.
A vegetariana de 20 anos estuda na Escola de Comunicação da UFRJ, onde passa enorme parte do seu tempo. “Eu adoro a faculdade. Acho uma experiência incrível. Fico até pensando: Quando acabar, como vai ser?”. Nai fala da faculdade com olhos de uma menina feliz: “O período passado, especialmente, foi uma delícia porque peguei matérias eletivas de História da Arte e Feminismo.”
Amante assumida das artes, a jovem, que já teve aulas com o artista plástico Daniel Azulay, se diz louca por desenho e pintura, mas uma péssima desenhista. “Já comprei pincéis, tentei começar com aquarela, que é mais fácil, mas não gosto de nada do que faço. É até um pouco frustrante.”
Além das aulas, Naiara também realiza trabalhos de pesquisa na faculdade, com ajuda da professora Ligia. “Na pesquisa, analisamos as receitas de sucesso que as revistas femininas vendem às mulheres comuns, pautadas em mulheres famosas. O barato é que, quando escolhi estudar Jornalismo na faculdade, no primeiro ano do Ensino Médio, meu sonho era trabalhar em revista feminina, ser correspondente da Marie Claire!”
A vegetariana de 20 anos estuda na Escola de Comunicação da UFRJ, onde passa enorme parte do seu tempo. “Eu adoro a faculdade. Acho uma experiência incrível. Fico até pensando: Quando acabar, como vai ser?”. Nai fala da faculdade com olhos de uma menina feliz: “O período passado, especialmente, foi uma delícia porque peguei matérias eletivas de História da Arte e Feminismo.”
Amante assumida das artes, a jovem, que já teve aulas com o artista plástico Daniel Azulay, se diz louca por desenho e pintura, mas uma péssima desenhista. “Já comprei pincéis, tentei começar com aquarela, que é mais fácil, mas não gosto de nada do que faço. É até um pouco frustrante.”
Além das aulas, Naiara também realiza trabalhos de pesquisa na faculdade, com ajuda da professora Ligia. “Na pesquisa, analisamos as receitas de sucesso que as revistas femininas vendem às mulheres comuns, pautadas em mulheres famosas. O barato é que, quando escolhi estudar Jornalismo na faculdade, no primeiro ano do Ensino Médio, meu sonho era trabalhar em revista feminina, ser correspondente da Marie Claire!”
Agora com maior embasamento teórico, Naiara, hoje feminista, trabalharia em uma das revistas que critica e analisa. “Uma vez lá dentro eu poderia propor abordagens novas para as matérias, trazer discussões mais inteligentes para as mulheres. Tentar mudar alguma coisa, mesmo que pouquinho. É assim que começa.”
Saindo do meio acadêmico, a vida em Niterói traz mais de sua personalidade. Como sempre morou próxima à natureza, com a casa cheia de plantas, que são a paixão do seu avô, Naiara é naturalmente apaixonada por flores. Essa criação também se reflete no seu ar sereno de ser. Com tranqüilidade na voz, ela conta que fortaleceu os vínculos com as flores depois de conhecer o Instagram, uma famosa rede social de imagens. “Ver as pessoas compartilhando buquês perfeitos, flores silvestres em piqueniques, arranjos em reuniões com amigos, tudo isso me fez me aproximar mais desse mundo. Comecei a frequentar bancas, conhecer os nomes, traçar minhas preferências, amassar flores em livros, secá-las, e por aí vai. Hoje, se não compro flores frescas toda semana, é por falta de dinheiro mesmo.”
Seu tempo livre também é dedicado a leitura, outra paixão frustrante para Naiara, porque lhe falta tempo para ler tudo o que quer. “E o pior de tudo é que sou lenta, demoro uns 10 minutos em uma única página, releio a mesma frase mais de uma vez antes de seguir em frente...”
Em um mundo competitivo e individualista, o que chama mesmo atenção – seja em casa, na faculdade ou na rua – é a sua simpatia. “Gosto de tratar as pessoas sempre bem, vê-las bem. Acho que puxei isso da minha mãe”, fala, com o sorriso estampado no rosto.
Quem a vê sempre sorrindo e cumprimentando os outros com tanta naturalidade, nem imagina que Naiara pode estar em um dia ruim. “Não adianta nada ficar de cara feia e descontar nas pessoas que não têm nada a ver com isso. Elas não merecem isso. A minha dor eu compartilho só com algumas poucas, mas a minha simpatia é de todo mundo.”
Questionada pelas suas inspirações, a chuva logo salta de seus lábios. “Quando chove, algo dentro de mim chacoalha e tenho vontade de sorrir e abraçar quem me cerca. É sério! E as flores também me inspiram!”. Para Naiara, contemplar a natureza é terapêutico. Clareia os pensamentos e lhe faz dar prioridade ao que é prioridade.
Saindo do meio acadêmico, a vida em Niterói traz mais de sua personalidade. Como sempre morou próxima à natureza, com a casa cheia de plantas, que são a paixão do seu avô, Naiara é naturalmente apaixonada por flores. Essa criação também se reflete no seu ar sereno de ser. Com tranqüilidade na voz, ela conta que fortaleceu os vínculos com as flores depois de conhecer o Instagram, uma famosa rede social de imagens. “Ver as pessoas compartilhando buquês perfeitos, flores silvestres em piqueniques, arranjos em reuniões com amigos, tudo isso me fez me aproximar mais desse mundo. Comecei a frequentar bancas, conhecer os nomes, traçar minhas preferências, amassar flores em livros, secá-las, e por aí vai. Hoje, se não compro flores frescas toda semana, é por falta de dinheiro mesmo.”
Seu tempo livre também é dedicado a leitura, outra paixão frustrante para Naiara, porque lhe falta tempo para ler tudo o que quer. “E o pior de tudo é que sou lenta, demoro uns 10 minutos em uma única página, releio a mesma frase mais de uma vez antes de seguir em frente...”
Em um mundo competitivo e individualista, o que chama mesmo atenção – seja em casa, na faculdade ou na rua – é a sua simpatia. “Gosto de tratar as pessoas sempre bem, vê-las bem. Acho que puxei isso da minha mãe”, fala, com o sorriso estampado no rosto.
Quem a vê sempre sorrindo e cumprimentando os outros com tanta naturalidade, nem imagina que Naiara pode estar em um dia ruim. “Não adianta nada ficar de cara feia e descontar nas pessoas que não têm nada a ver com isso. Elas não merecem isso. A minha dor eu compartilho só com algumas poucas, mas a minha simpatia é de todo mundo.”
Questionada pelas suas inspirações, a chuva logo salta de seus lábios. “Quando chove, algo dentro de mim chacoalha e tenho vontade de sorrir e abraçar quem me cerca. É sério! E as flores também me inspiram!”. Para Naiara, contemplar a natureza é terapêutico. Clareia os pensamentos e lhe faz dar prioridade ao que é prioridade.
Tão calma, mas realizando mil e uma atividades, Naiara sempre consegue encontrar forças para vencer a rotina. “Que adulta seria eu se sempre fugisse dos desafios e dos momentos mais duros?” Com o semblante de uma flor, aparentemente frágil, Naiara surpreende com sua alegria de viver. Ela é forte, mas de uma forma sutil. No fim das contas, ela é aquela que comanda, mas com dúvidas e gentilezas. Entre risos, a própria pondera: Isso tá parecendo papo furado, né?! Mas é como é.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Como me sinto quando... #23
...tem alguém se achando na pista de dança e eu preciso me destacar!
...tô na escola/faculdade/trabalho encarando aquele(a) fulaninho(a) que não se toca!
domingo, 29 de setembro de 2013
O brilho de uma estrela
A deusa da juventude, da mocidade. Seu trabalho é distribuir o néctar da imortalidade aos outros deuses. Essa é a definição do nome Hebe, segundo a mitologia grega. Após um ano de seu falecimento, a comunicadora Hebe Camargo se mantém eternizada na TV brasileira.
Vinda de uma família humilde, a caçula – que não pôde completar os estudos – se aventurou como cantora na Rádio Tupi, aos 15 anos de idade e, desde então, não parou mais. Sofreu preconceito ao ingressar no rádio e na TV, que na época não eram vistos como “trabalhos dignos”, principalmente para uma mulher.
Convidada por Assis Chateaubriand para cantar o Hino da Televisão na primeira transmissão ao vivo, na TV Tupi, Hebe faltou ao evento, sendo substituída por Lolita Rodrigues, que veio a se tornar sua amiga de longa data. A pioneira faltou por ter achado a letra do hino horrível e de mau gosto, tendo preferido acompanhar seu namorado em um evento. No entanto, sua vida foi dedicada a esse meio de comunicação, cuja inauguração rejeitou.
A rainha da TV passou por muitas emissoras, mas consagrou o status absoluto no SBT. Os selinhos em celebridades, a risada marcante, a energia com que conduzia o programa, o conforto de seu badalado sofá e a coragem para protestar pelo povo tornaram Hebe Camargo um ícone.
Convidada por Assis Chateaubriand para cantar o Hino da Televisão na primeira transmissão ao vivo, na TV Tupi, Hebe faltou ao evento, sendo substituída por Lolita Rodrigues, que veio a se tornar sua amiga de longa data. A pioneira faltou por ter achado a letra do hino horrível e de mau gosto, tendo preferido acompanhar seu namorado em um evento. No entanto, sua vida foi dedicada a esse meio de comunicação, cuja inauguração rejeitou.
A rainha da TV passou por muitas emissoras, mas consagrou o status absoluto no SBT. Os selinhos em celebridades, a risada marcante, a energia com que conduzia o programa, o conforto de seu badalado sofá e a coragem para protestar pelo povo tornaram Hebe Camargo um ícone.
Falecida em 29 de setembro do ano passado, devido a uma parada cardíaca ocasionada por complicações do câncer detectado em 2010, a célebre apresentadora já recebeu inúmeras homenagens póstumas. A prefeitura de São Paulo deu seu nome a uma avenida na zona sul da cidade, em 20 de outubro de 2012. O teatro do CEU Paraisópolis foi renomeado para CEU Paraisópolis – Hebe Camargo. Em março deste ano, foi inaugurada a Rede Hebe Camargo de Combate ao Câncer, no estado de São Paulo.
Hoje a animadora é um mito. Homenagens em redes sociais são freqüentes, seja por parte de artistas, ou por parte dos fãs, que fazem, até hoje, campanhas para que o dia mundial do selinho seja comemorado na data de sua morte.
Hoje a animadora é um mito. Homenagens em redes sociais são freqüentes, seja por parte de artistas, ou por parte dos fãs, que fazem, até hoje, campanhas para que o dia mundial do selinho seja comemorado na data de sua morte.
Uma de suas características mais marcantes era a alegria de viver. A positividade da estrela era contagiante e seus convidados eram bem tratados, independente de estarem no auge ou no início da carreira. A madrinha do Teleton era acolhedora, carinhosa e acessível.
Hebe Maria Monteiro de Camargo Ravagnani é atemporal. Seu bom-humor e sua humildade serão eternamente lembrados. Uma mulher que conseguiu crescer e conquistar seu espaço em meio a grandes homens. A deusa da televisão brasileira não só entra na história, como também deixa seu legado nela.
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Casais mais bem pagos de 2013
Todos os anos a Forbes divulga a lista dos casais que mais faturaram. Esse ano o título ficou com o casal Jayoncé (Jay Z + Beyoncé), que faturaram 95 milhões de dólares entre junho de 2012 e julho de 2013! É muita riqueza mesmo... Sem delongas, aqui vai o top 5:
1. Beyoncé e Jay Z - US$ 95 milhões
2. Gisele Bündchen e Tom Brady - US$ 80 milhões
3. Angelina Jolie e Brad Pitt - US$ 50 milhões
4. Mila Kunis e Ashton Kutcher - US$ 35 milhões
5. Kim Kardashian e Kanye West - US$ 30 milhões
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