O outono no Rio de Janeiro não é lá dos mais fortes, mas nos últimos dias o friozinho vem tomando conta. Algo agradável, em torno de 16°C de manhãzinha. Por isso resolvi postar em prol dele.
Eu particularmente acho o calor carioca muito forte, bastante cansativo, até mesmo no outono. Tempo aberto, com o solzão brilhando a 28°C, não parece muito quente, mas o é... Chega de conversa fiada, vamos ao que interessa!
-O frio é melhor do que verão: Quem gosta de ficar na praia suando feito um frango de padaria, banhado a óleo no caminho para o trabalho ou colégio. Sair por uns minutos e se sentir sujo e cansado não é legal.
-O frio traz bons momentos. Aquela hora de ser íntimo, abraçar, se aconchegar entre as cobertas. Sem falar no chocolate e outras delícias feitas de chocolate que nos enlouquecem no outono-inverno.
-Por último, o frio possibilita invenções no visual. Há aqueles que andem de qualquer jeito, com roupas bem arejadas mesmo, porque o calor do Rio não deixa você usar um polo de um tecido mais grosso no verão, sem se sentir incomodado. No frio, você arrisca com jaquetas, blusas de manga por baixo de camisas, calcas mais aconchegantes e por aí vai...
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segunda-feira, 6 de maio de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Vida de universitário
Sim, gente. Universitário sofre. Ainda mais se morar em Jacarepaguá e estudar em Botafogo às 7h30min. Ainda mais se houver apenas um único ônibus que lhe sirva. Ainda mais se esse ônibus for recheado de empreguetes tagarelantes.
Sim, essa semana marcou o início do meu ciclo profissional na universidade. O tão aguardado Jornalismo, cujo horário das aulas é matutino. Acordo 5h20, saio de casa às 5h50, entro no ônibus (já superlotado), enfrento horas de trânsito e enfim chego às aulas, ainda com ânimo.
Depois das aulas, tento almoçar (sempre com pressa) ou comer alguma besteira e sigo rumo ao estágio, na Barra da Tijuca. Levo cerca de 1h para chegar. Mais ônibus, dessa vez, sentado. Chego naquele ambiente super agradável (ainda bem!), faço meu trabalho e vou embora. Alguém adivinha como?
Busão again, só que rápido. Algo em torno de 30 minutos muito bem descansados na cadeira onde eu quiser sentar. Chego em casa antes das 21h e, no dia seguinte tem mais! E ainda arrumo tempo para malhar... Vamos ver se eu aguento. Ando bem positivo e gostando da rotina, apesar dos apesares.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Dilema Rock in Rio...
Tudo planejado: havia acordado cedo, malhado cedo, me arrumado correndo e saíra de casa 8h45min, porque o estágio era perto e 10h eu já estaria travando batalhas contra o navegador para comprar ingressos para o dia da Beyoncé no Rock in Rio. No entanto, quase tudo deu errado.
Inicialmente estranhei a demora de 10min do ônibus. Estranhei a superlotação do ônibus naquele horário geralmente vazio. Estranhei o engarrafamento absurdo. Consegui passar a roleta (e lá ficar). Não passava mais ninguém. SMS aleatórios marcaram meu desespero. Após cerca de 50min de tortura num percurso que deveria demorar -quando muito- 25min, a fonte dos meus problemas acabou. Era uma blitz, com guardas sorridentes confiscando trocentas vans.
Finalizado esse obstáculo, desci da lata de sardinhas esvaziada e andei rapidamente até o meu local de trabalho. Cheguei 9h57min e a fofura em pessoa da minha coordenadora já ligara minha máquina. Foi um momento cômico. Joguei mochila, celular, óculos e o-que-mais na mesa e tratei de entrar no site, que se atrasou em alguns minutos para começar a vender.
Depois de muitos minutos e problemas ou no cartão da minha mãe ou no site, consegui comprar somente o meu ingresso, via boleto. É que havia prometido comprar o da minha prima e o da minha amiga. Consegui comprar o da última, após alguns erros. Isso porque usei os dados do cartão da mãe dela. Tentei comprar o da minha prima, novamente pelo cartão da minha mãe: não deu. Deveria ter insistido mais no boleto.
Enfim, o saldo positivo foi ter conseguido comprar dois e poupar duas almas de perder um show vital ou de morrer em uma grana relativamente exorbitante com os cambistas-internautas. Minha rotina de trabalho não foi tão prejudicada pela "perda de tempo". Fiquei super feliz, mesmo com o dia tendo começado de forma terrível. E a euforia vai me dominando até os mais de 120 dias restantes...
Inicialmente estranhei a demora de 10min do ônibus. Estranhei a superlotação do ônibus naquele horário geralmente vazio. Estranhei o engarrafamento absurdo. Consegui passar a roleta (e lá ficar). Não passava mais ninguém. SMS aleatórios marcaram meu desespero. Após cerca de 50min de tortura num percurso que deveria demorar -quando muito- 25min, a fonte dos meus problemas acabou. Era uma blitz, com guardas sorridentes confiscando trocentas vans.
Finalizado esse obstáculo, desci da lata de sardinhas esvaziada e andei rapidamente até o meu local de trabalho. Cheguei 9h57min e a fofura em pessoa da minha coordenadora já ligara minha máquina. Foi um momento cômico. Joguei mochila, celular, óculos e o-que-mais na mesa e tratei de entrar no site, que se atrasou em alguns minutos para começar a vender.
Depois de muitos minutos e problemas ou no cartão da minha mãe ou no site, consegui comprar somente o meu ingresso, via boleto. É que havia prometido comprar o da minha prima e o da minha amiga. Consegui comprar o da última, após alguns erros. Isso porque usei os dados do cartão da mãe dela. Tentei comprar o da minha prima, novamente pelo cartão da minha mãe: não deu. Deveria ter insistido mais no boleto.
Enfim, o saldo positivo foi ter conseguido comprar dois e poupar duas almas de perder um show vital ou de morrer em uma grana relativamente exorbitante com os cambistas-internautas. Minha rotina de trabalho não foi tão prejudicada pela "perda de tempo". Fiquei super feliz, mesmo com o dia tendo começado de forma terrível. E a euforia vai me dominando até os mais de 120 dias restantes...
terça-feira, 2 de abril de 2013
A importância de um fone de ouvido
Eu definitivamente não vivo sem meu fone. Um dia desses, na pressa cotidiana, esqueci o dito cujo na mesa do computador. Só me lembrei quando estava no ponto de ônibus. Cogitei voltar, mas pensei que não valeria a pena. Me arrependi feio.
A viagem de ônibus foi mais triste. Sem vida. As postagens mecânicas de previsão do tempo no estágio também foram mais chatas de se fazer. A volta um pouco demorada então, nem se fala. A musiquinha no ouvido faz uma falta tremenda. Acho sensacional ouvir aquelas batidas que eu tanto gosto.
Algumas faixas eu até repito durante a "viagem". Dominado pela vibe, fico com vontade de cantar, mas tenho que me controlar para não me olharem torto. Vou sussurrando as músicas, ou cantando sem som. Lendo assim parece tosco, mas fazer playback para evitar o barulho é uma ótima saída (risos).
Olhando no meu celular, separei 3 músicas das que mais estou ouvindo e aqui vão elas, vale muito a pena ouvir (caso não conheçam):
Espero que nunca mais esqueça o meu bendito fone!
domingo, 31 de março de 2013
Provável Jornalista
Bom, gente, estou criando esse texto enquanto eu falo, senti a necessidade de compartilhar meus sentimentos. Estou evoluindo na vida, aprendi mais coisas na ECO/UFRJ, comecei a estagiar. E estou amando a vida profissional. Tenho uma vida profissional, o que é louvável!
Estagio há mais de um mês num lugar que acredito ser bem a minha cara: produzir conteúdo popular para uma empresa focada em notícias via-celular, além de desenvolvimento de jogos para Android e iOS.
A parte de conteúdo consistente, grosso modo, a fazer informes limitados a cento e trinta e tantos caracteres, sobre fashion, músicas, celebridades, animais, horóscopo e outras editorias. E também fico responsável por agendar as publicações através de ferramentas online, de acordo com as datas agendadas.
Falando assim parece complicado, mas já estou bastante familiarizado.
Na universidade, minhas aulas estão próximas do início, enfrentei um semestre atrasado devido à greve. Creio que vou aprender muitas técnicas jornalísticas, pois esse mês (que começa dentro de algumas horas) eu cursarei o 4° período, com foco na profissão e nada mais de teorias gerais sobre comunicação (minhas expectativas, né?).
Bom, tenho vontade de trabalhar com redação, futuramente, claro. O que faço no estágio e re-apurar os fatos e escolher o que achar relevante dentro de tal contexto. Ando tendo uma quedinha por entrevistas. Penso em ser um entrevistador de algum caderno de televisão ou música. No entanto, ainda é cedo; posso mudar de preferência...
O passo inicial foi dado, espero que essa nova fase do POP MASSIVO não seja entediante para os (ainda poucos) que o leem. Voltarei com tudo!
Estagio há mais de um mês num lugar que acredito ser bem a minha cara: produzir conteúdo popular para uma empresa focada em notícias via-celular, além de desenvolvimento de jogos para Android e iOS.
A parte de conteúdo consistente, grosso modo, a fazer informes limitados a cento e trinta e tantos caracteres, sobre fashion, músicas, celebridades, animais, horóscopo e outras editorias. E também fico responsável por agendar as publicações através de ferramentas online, de acordo com as datas agendadas.
Falando assim parece complicado, mas já estou bastante familiarizado.
Na universidade, minhas aulas estão próximas do início, enfrentei um semestre atrasado devido à greve. Creio que vou aprender muitas técnicas jornalísticas, pois esse mês (que começa dentro de algumas horas) eu cursarei o 4° período, com foco na profissão e nada mais de teorias gerais sobre comunicação (minhas expectativas, né?).
Bom, tenho vontade de trabalhar com redação, futuramente, claro. O que faço no estágio e re-apurar os fatos e escolher o que achar relevante dentro de tal contexto. Ando tendo uma quedinha por entrevistas. Penso em ser um entrevistador de algum caderno de televisão ou música. No entanto, ainda é cedo; posso mudar de preferência...
O passo inicial foi dado, espero que essa nova fase do POP MASSIVO não seja entediante para os (ainda poucos) que o leem. Voltarei com tudo!
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